sábado, 22 de setembro de 2012

A ORAÇÃO DE JESUS A FAVOR DE SEUS DISCÍPULOS


LIÇÃO 13 – 23 de Setembro de 2012
A ORAÇÃO DE JESUS A FAVOR DE SEUS DISCÍPULOS

TEXTO AUREO
“Jesus falou essas coisas e, levantando os olhos ao céu, disse: Pai, é chegada a hora; glorifica a teu Filho, para que também o teu Filho te glorifique a ti,”. Jo 17.1

VERDADE APLICADA
Os ensinos de Jesus na chamada oração sacerdotal podem dar-nos novo fervor e nova vida todas as manhãs.

TEXTOS DE REFERÊNCIA
Jo 17.13 - Mas, agora, vou para ti e digo isto no mundo, para que tenham a minha alegria completa em si mesmos.
Jo 17.14 - Dei-lhes a tua palavra, e o mundo os odiou, porque não são do mundo, assim como eu não sou do mundo.
Jo 17.15 - Não peço que os tires do mundo, mas que os livres do mal.
Jo 17.16 - Não são do mundo, como eu do mundo não sou.
Jo 17.17 - Santifica-os na verdade; a tua palavra é a verdade.
Jo 17.18 - Assim como tu me enviaste ao mundo, também eu os enviei ao mundo.
Jo 17.19 - E por eles me santifico a mim mesmo, para que também eles sejam santificados na verdade.
Jo 17.20 - Eu não rogo somente por estes, mas também por aqueles que, pela sua palavra, hão de crer em mim;

Introdução
A lição de hoje, comumente chamada de oração sacerdotal, título que, segundo alguns estudiosos da história da Igreja, dizem ter sido dito pelo teólogo luterano David Chytraeus (1530-1600), foi um dos muitos discursos preditos por Jesus com a preocupação fundamental de manter os discípulos unidos na verdade que é Cristo. Mas também instruí-los a uma vida santificada produzida pela Sua Palavra e prioritariamente orientada pelo amor de Deus.

1. O discurso de despedida
As palavras de despedida de Jesus são seguidas de uma oração. Ele está pronto a encarar o gólgota, mas para isso, precisa falar com o Pai em oração, descriminando os três aspectos básicos do relacionamento que se constituiu a partir de seu ministério, entre Ele e o Pai, Ele e os seus discípulos, e os seus discípulos e os futuros novos discípulos.

1.1. Um relacionamento entre Ele e o Pai (Jo 17.1-5)
Após erguer os olhos em oração, Jesus disse que chegara a sua “hora”, o ponto central do plano redentor de Deus. Era o momento de manifestar o esplendor de sua autoridade, de conceder vida eterna a todos os eleitos (Jo 6.44; 1.11-12). Jesus havia construído uma bela história pública com o Pai entre os seus familiares, amigos, religiosos e discípulos. Em todas as suas atividades, a sua relação com o Pai sempre foi marcante, desde o início de sua presença entre os homens. Uma relação de testemunho do Pai (Mt 3. 13-17); de confirmação das Escrituras (Mt 12.17-21); de companhia do Pai (Mt 15.5); e de unidade com o Pai (Jo 17.21).

  • Temos ensinamentos importantes nesta oração de Jesus, primeiramente observe que Ele orou por si mesmo pedindo que Deus o glorificasse.
  • O crente tem pleno direito de orar a Deus por si pedindo a ajuda necessária para o cumprimento da vontade de Deus em sua vida.
  •  Observe que Jesus ora por si, mas com o propósito final de glorificar o Pai - “Pai, é chegada a hora; glorifica a teu Filho, para que também o teu Filho te glorifique a ti”.
  • Observe também que Jesus seguia os planos de Deus em tudo, até quando Sua hora chegou. Percebemos que a vida de Jesus era em tudo guiada segundo a vontade de Deus.

1.2. O relacionamento com os discípulos (Jo 17.6-19)
Jesus ensinou que o relacionamento é uma das bases do discipulado. Sem comunhão o discípulo não pode ter conexão nem com Deus, nem com os homens. Na Sua trajetória ministerial, os seus seguidores sempre estiveram com Ele nas festas (Jo 2.1-12); nas curas (Mt 8.5-17); nos seus milagres (Mt 8.23-27); alimentando-se (Mt 9.10-13); em suas longas caminhadas (Mt 9.35-38); nas suas profecias (Lc 10.13-15; Mt 11.20-24); em seus debates teológicos (Mt 12.1-8); e em tantos outros episódios. O estilo de discipulado de Jesus é visceral e revolucionário, porque Ele não se distanciou de seus discípulos, a não ser para os momentos de oração e reflexão de sua jornada (Mt 12.15; 14. 22-23).

  • Vemos nas declarações e atitudes de Jesus uma grande preocupação com a união da igreja com Ele e com Deus;
  • Esta preocupação mostra a importância da união para a vitória da igreja sobre o mundo e também a forma de cumprir (obedecer) a vontade do pai;
  • Independente do pensamento político, econômico ou social, a igreja deve buscar ferramentas eficientes de promover a união em detrimento das atitudes que afastam os cristãos uns dos outros e de Deus.
  • O termo visceral corresponde a víscera, órgãos e tem relação com a profundidade e intimidade deste relacionamento, semelhante a algo que reside no profundo do nosso ser.
1.3. O relacionamento dos próprios discípulos (Jo 17.20-26)
Há pessoas que vivem em solidão, porque construíram pontes em torno de si, ao invés de pontes ligando-as a outras. Talvez com esse pensamento, Jesus preocupado com os discípulos, deixou registrado que eles tivessem um só coração, uma única mente, assim como Ele e o Pai eram. Se eles conseguissem construir uma comunidade assim, o mundo teria facilidade para crer que de fato o cristianismo é a verdade de Deus proclamada aos homens, sem contar que o homem sozinho é uma sílaba sem voz, uma sombra vazia, braço que não se move, harpa sem melodia, punhado de cinza inútil, que o próprio vento despreza.

  • Na passagem citada vemos que Jesus não pede a unidade da igreja, Ele ROGA (implora) para que a Sua igreja se mantivesse unida no futuro;
  • Como foi dito, um homem sozinho não faz igreja, talvez o termo melhor segundo o comentador fosse “pessoas que construíram muros em volta de si” e não pontes.
  • Observe que Jesus disse que onde estiver “... onde estiverem dois ou três reunidos em meu nome, aí estou eu no meio deles” (Mt 18.20). Isto nos fala da importância da união.
  •  Thomas Brooks escreveu que “a discórdia e a divisão não condizem com cristão algum. Não causa espanto os lobos importunarem as ovelhas, mas uma ovelha afligir outra é contrário à natureza e abominável”.

2. Santifica-os na verdade a Tua Palavra é a verdade
Verdade e Palavra são títulos de Cristo conforme assevera o Dr. Russel Shedd. O próprio Jesus disse que Ele era o “caminho, a verdade e a vida” (Jo 14.6); João o descreveu como sendo a Palavra que estava no princípio com Deus e era o próprio Deus, e que depois encarnou e habitou entre os homens (Jo 1.1, 14). Santificar-se então nesse contexto seria os discípulos se relacionarem ao máximo com Jesus, para que pudessem ter uma vida protegida em um mundo hostil pronto a derrotá-los.

  •  Jesus é a verdade e é o verbo encarnado, é o alfa e ômega (primeira e última letra do alfabeto grego);
  • Sua oração indica que devemos nos santificar nEle que é o verbo vivo e a verdade que leva para o céu.

2.1. A proteção espiritual que cada discípulo precisa
Já que os discípulos seriam enviados com a missão especial de proclamar libertação aos cativos e liberdade aos oprimidos em território hostil, eles iriam carecer de proteção espiritual. Os discípulos entrariam em colisão contra o reino das trevas, invadindo os seus domínios com a missão de derrotar o poder do usurpador. Satanás roubou indevidamente os espaços que não são seus, então os novos discípulos têm agora a missão de continuar o que Jesus começou a fazer, destruir as obras do diabo com a mensagem do Evangelho no poder do Espírito (lJo 3.8; At 1.8).

  • Ide; eis que vos mando como cordeiros ao meio de lobos (Lc 10.3). Esta afirmação de Jesus mostra a seriedade da batalha espiritual pela qual passa a igreja;
  • Para vencer o inimigo, é necessário proteção espiritual e Jesus orou por isto, porém esta proteção é condicionada a santificação em Cristo e a união com Ele e com Deus;
  • Observe que o comentador usa o termo invadir e resgatar o que foi roubado indevidamente por Satanás, não há um acordo ou um convite amigável para entrarmos nos domínios do inimigo, isto deve ser feito a força, não a força física, mas a espiritual;
  • O crente deve estar preparado para esta batalha, não deve confiar apenas em suas habilidades humanas, sua boa oratória, sua posição social... Tudo isto é importante, mas o principal é a fortaleza espiritual conquistada na comunhão com Cristo.

2.2. A necessidade de santificação
Em termos positivos, os discípulos precisavam ser santificados. Tinham que ser consagrados para executarem a tarefa a que foram confiados. Os discípulos foram chamados a viver uma vida de santidade, de inocência, de pureza e de continuada consagração ao Senhor. A santidade de Deus na vida dos discípulos se manifestariam em ódio contra o pecado, em se deleitar na retidão, e na separação entre eles e os que vivem no pecado.

  • Porque a santidade é tão necessária para fazer a obra de Deus? A santidade nos leva para perto de Deus, nos torna um com Ele e sendo assim recebemos autoridade para combater o inimigo.
  • Se estivermos unidos com Cristo, quando o inimigo nos olha, vê Jesus em nossas vidas e seu sacrifício que pagou nossos pecados;
  • A presença de Cristo em nós nos torna semelhantes a Ele, isto é, odiando o pecado mas amando o pecador. Esta aversão ao pecado, se não for levada em conta, transforma-se em conformação com o pecado.

2.3. A doutrina da santificação na história bíblica
A santificação é a obra contínua de Deus na vida do crente tornando-o realmente santo (Millard J. Erickson). É a transformação de uma natureza decaída, que passa a portar uma verdadeira semelhança com o Deus trino. Um processo pelo qual cada pessoa é moldada de acordo com a ação poderosa do Espírito Santo de Deus no ser humano. Os teólogos dizem que a palavra santificação possui dois sentidos básicos, ligados a dois conceitos básicos de santidade. O primeiro diz respeito a certos objetos, pessoas e lugares. Tem um sentido de pertencimento (IPe 2.9). O segundo seria a qualidade moral ou valor espiritual, tendo como estilo de vida a pureza e a bondade (Cl 1.22; 3.12).

  • Em termos práticos, a palavra santificação significa separação, é como se todos nós estivéssemos misturados com vários tipos de pessoas e seus prazeres e Deus nos tirasse deste meio para um local limpo e puro e nos preparasse para fazer sua vontade;
  • Fomos tirados do “meio” para fazermos a sua vontade, mas o caminho de volta para este mundo tenebroso continua aberto, e não são poucos que voltam a se contaminar com ele;
  • A santificação leva o crente a desenvolver qualificações morais para realizar a obra de Deus.
  • C. S. Lewis diz que “A conversão tira o cristão do mundo; a santificação tira o mundo do cristão”

      3. Os futuros discípulos
“    Eu não rogo somente por estes, mas também por aqueles que, pela Sua Palavra, hão de crer em mim” (Jo 17.20). Os discípulos de Jesus foram o núcleo daquela nova comunidade que apontava para um novo tempo, que mais tarde seria conhecida como a Igreja do Senhor Jesus no mundo. Um grupo de pessoas que deveriam manter a unidade no amor e na verdade. Só assim, haveria a possibilidade de serem gerados novos discípulos para o crescimento quantitativo e qualitativo do Reino de Deus.
  •   Sem dúvida alguma a principal função do evangelho é gerar novos discípulos, novos convertidos, novos habitantes do céu;
  •      A pregação do evangelho é importante para o que não aceitou a Jesus, mas é igualmente importante para aqueles que já são salvos em Cristo para que permaneçam fiéis;
  •     Além de permanecer fiel, o crente que ouve a boa pregação do evangelho, tem mais chance de ser tornar um obreiro de qualidade no futuro.


     3.1. O amor como força da unidade
    O apóstolo Paulo disse: “Mesmo se eu tivesse eloquência humana, e não tivesse amor, não passaria do rangido de uma porta enferrujada. Mesmo que eu pregasse com poder, revelando todos os mistérios, ou se tivesse fé que “transportasse montes” e não tivesse amor, nada poderia ser” (ICo 13.1-3). O amor é a força da unidade da Igreja. As vezes, pensamos que, através de uma liderança rígida e enérgica, conseguiremos manter o povo unido. Engana-se quem assim pensa. Nós obedecemos na proporção que amamos. O amor “tudo sofre, tudo crê, tudo espera, tudo suporta” (ICo 13.7). Quem obedece sem amor um dia trairá a confiança, e quebrará a unidade.
  •     O comentador usa o termo “força da unidade”, já ouvimos muito que a união faz a força, mas é possível ter união verdadeira sem amor?
  •    Você pode pensar em vários motivos para que ocorram uniões, não é incomum vermos antigos inimigos políticos se unindo para conquista um pleito eleitoral, empresas concorrentes se fundindo para aumentar sua fatia no mercado e assim por diante. É uma união por interesse, já o amor não age por interesse.
  •    O amor à obra de Deus não pode ser forçado, o líder amoroso recebe a obediência dos discípulos, os que amam a obra atendem ao chamado do pastor, frequenta os cultos...
  •    Observe que Paulo diz que os dons de língua, profecia, ciência, fé e sacrifício não tem valor sem a presença do amor.


     3.2. O amor como o maior instrumento pedagógico
      Em linhas gerais, pedagogia é o conjunto de métodos que asseguram a adaptação recíproca do conteúdo informativo aos indivíduos que se deseja formar. A palavra pedagogia tem origem, na Grécia antiga, paidós (criança) e agogé (condução). No Brasil, é uma graduação que por parte do MEC (Ministério da Educação e Cultura) é um curso que cuida dos assuntos relacionados a educação por excelência. Para o cristianismo, o amor é o método divino que assegura todo conteúdo de Jesus. O próprio Jesus disse que os discípulos só teriam credibilidade se tivessem em sua metodologia de ensino e pregação o amor (Jo 13.35).
  •   Considero que, pregar o evangelho, ensinar a palavra de Deus, gerar discípulos são obras que só podem ser realizadas por quem tem amor pela obra, pois não há recompensa material para esta tarefa;
  •     Da mesma forma, somente vai à igreja em um domingo de manhã ou nos cultos da noite quem tem amor a Jesus.
  •      Jesus usa então o amor como o melhor método de ensino de sua vontade.


     3.3. O amor e o crescimento da Igreja
    A Igreja tem crescido como nunca. Sua presença é marcante no mundo. Todos conhecem o cristianismo, ainda que palidamente, através da Igreja (discípulos). Mas seu crescimento tem provocado conflitos jamais imaginado. A forma de governo autoritário de lideranças; o acúmulo de riquezas; a perversidade, malignidade e crueldade como ela construiu sua história em alguns momentos (corrupção com o governo imperial, inquisição e outros pecados, contaminaram a doutrina bíblica), só serviu muitas vezes para mostrar que ela tinha se tornado uma instituição de poder. Mas graças a Deus, sempre houve homens e mulheres de Deus para se colocar contra toda forma de manifestação maligna que tem tentado debilitar e destruir a Igreja do Deus vivo.
  •    Todos conhecem o terrível período onde o cristianismo e o governo se uniram, falamos da Igreja Católica como instituição religiosa e também de poder sobre as nações.
  •    Neste período houve a inquisição, um tribunal que condenava a morte aqueles que não comungavam da mesma opinião da igreja;
  •    Será que a igreja evangélica não esta caminhando para este mesmo fim? Uniões políticas, busca de poder terreno...


     CONCLUSÃO
     O desejo do Senhor é que as intrigas sejam dissipadas do corpo de Cristo. A falta de unidade, pureza e amor ao próximo, tem sido marcante em alguns lugares onde o povo de Deus se reúne. O mundo precisa urgentemente enxergar na comunidade cristã um ambiente propício para o bom convívio social e familiar. Se não atentarmos para este fato, seremos surpreendidos com repreensões daqueles que estão de fora.

     Fontes: 
     Bíblia Online - http://www.bibliaonline.com.br

sexta-feira, 7 de setembro de 2012

O poder da conexão


AULA EM 9 DE SETEMBRO DE 2012 – LIÇÃO 11
(Revista: EDITORA BETEL)

Tema: “O Poder da Conexão”

Texto Áureo: Jo 15.2

INTRODUÇÃO
- Professor(a), lembre-se do objetivo dessa lição, não desvie o foco.
- Você pode começar falando que uma conexão de internet permite receber e enviar dados online, assim a nossa conexão com o Senhor permite enviar e receber informações, que podemos comparar a oração.

- Comente que existem obreiros que começam muito bem e de repente começam a esfriar, isso se ocorre porque em algum momento eles perderam a conexão com a videira verdadeira.

1. RAMOS LIGADOS
 
1.1. A dependência dos ramos
- “procede de um tronco”, dentro do tronco da planta corre o líquido que dá vida as plantas, a seiva, que mantém as folhas bem verdes e bonitas.
- “pessoas...cheias de virtudes”, se refere a pessoas que fazem grandes coisas, ajudam muita gente, e até tem a boa intenção de ajudar ao próximo, porém se eles não tiverem ligados a Jesus nos moldes da Palavra de Deus, então estão mortos espiritualmente.

1.2. A incapacidade dos ramos
- “um crente não se produz”, alguns crentes enganam as pessoas com a aparência de servos de Cristo, mas por dentro estão cortados da videira.
- Assim como uma planta de plástico que é muito semelhante original, também é o falso crente muito semelhante ao original. Estão em muitas igrejas, cantam e até pregam.
- “ser produtivos quer dizer”, dentro desse tópico vimos que ser produtivo não é encher a igreja de crentes, veja o que é:
1º) ter o fruto do espírito, é demonstrar as qualidades encontradas no fruto do Espírito, detalhe, é um fruto só com várias características, por isso o crente não pode demonstrar só uma característica e não ter as outras, ele precisa ter todas. Gl 5.22
2º) ganhar almas, é ganhar vidas para Cristo, discipulando e ajudando-as a caminhar em santidade.
- “acomodação”, é deixar de fazer o que se fazia no começo da caminhada.
Muitos crentes deixam de orar ou de ler a Bíblia e vam se enganando, depois se desviam e ainda culpam os outros.

1.3. O segredo de dar frutos
- “negar-se a si mesmo”, é deixar nossas próprias vontades e viver pela obra de Deus, nos passos de Jesus. A maioria dos obreiros e pastores deixaram sonhos de se formar, deixaram hobes, deixaram carreiras promissoras para seguir a Jesus.
-“extensão”, é a continuação, somos continuação da obra de Jesus, como se Ele tivesse dito, “eu paro por aqui, vocês prossigam e eu vou ajudando.” mas ao invés disso Ele disse: “Ide por todo mundo...”    
-“imitação”, imitar Jesus é saber o que Ele faria em nosso lugar, e tentar tomar uma atitude parecida com a que Ele tomaria. Vivemos num tempo em que não há essa preocupação em grande parte dos servos de Deus. 
- “convém vigiarmos”, estarmos atentos, existe um tripé para manter o crente de pé na presença do Senhor: oração - palavra – vigilância
- Esses três devem estar juntos, faltando um, o crente não ficará de pé por muito tempo ou então ficará cambaleando, sempre capenga.
- “algum acidente”, se refere ao pecado. Sobre isso, é impossível nós não pecarmos, porém você deve orientar aos alunos que caso eles pequem, devem se esforçar para não se desconectar da Videira, pois se perder a seiva, então tudo estará perdido.  

2. A MANUTENÇÃO DOS RAMOS
- Para introduzir esse tópico eu sugiro passar essa ilustração:
“Um jardineiro quando cuida de uma planta um dos cuidados que ele tem é o de fazer uma boa poda. Essa técnica milenar consiste em cortar os ramos infrutíferos e limpar os que estão frutificando, isso para que os ramos infrutíferos não sorvam a seiva sem produzir nada, eles são cortados para que toda seiva flua para os ramos que dão fruto e assim possam dar mais frutos.” ISSO NÃO É LINDO?

2.1. A proteção dos ramos
-“no tempo certo”, a poda representa a retirada da pessoa que não quer nada com a obra de Deus, do corpo de Cristo. Detalhes: isso é feito somente pelo lavrador, que é o Pai, ninguém deve tentar tirar o irmão da obra de Deus. E também é feito no “tempo certo”, ou seja, no tempo de Deus.
- “penetração dos raios solares”, você pode comparar isso assim: os raios solares são o calor da presença do Todo Poderoso, os ramos ruins são aqueles que não querem trabalhar para o Senhor, o problema é que eles acabam atrapalhando os irmãos que trabalham, de terem comunhão com Deus. Ficam reclamando de tudo, fazendo rebeliões, organizando grupinhos, manifestando inveja e etc.
- “executar a poda”, alerte de novo e com ênfase, que só o Pai pode fazer a poda. Muitos irmãos acham que podem retirar outros do corpo de Cristo, pensam que tem esse direito, não tem paciência com os fracos na fé.

2.2. A frutificação
- “é doloroso”, a limpeza que fala aqui, é a retirada de tudo que impede a obra de Deus, isso pode ser doloroso, porque são coisas que nos apegamos, assim como a desintoxicação do viciado faz ele sofrer, a nossa também é dolorosa.
- “coisas que vinham dando certo”, podem ser projetos, sociedades, negócios e outros. Certas coisas que podem vir a atrapalhar a obra de Deus em nossa vida, às vezes um emprego que nos tira da igreja, Deus permite que venhamos a perder para que possamos nos dedicar mais.
- “amizades que se esfriam”, existem muitos casos de crentes que abandonam a obra do Senhor influenciados por amizades ímpias. Às vezes é necessário que o Senhor pode nossas amizades também.
- “temos que confiar”, o que Deus faz hoje não entendemos agora mas entenderemos depois, por isso é necessário ter confiança.

2.3. O poder da Palavra de Deus
- “instrumento de cortar”, quando lemos a Palavra de Deus e meditamos nela, nos sentimos exortados a buscar a santidade e largar tudo nos influenciam mal.
- “palavras específicas”, ensine que Deus fala tanto ao povo como a uma só pessoa, na Bíblia as vezes encontramos aquelas palavras que falam diretamente a nossa situação.
-“rhema”, quer dizer revelado, é a palavra revelada, onde Deus fala no particular de cada um.

3. RAMOS FRUTÍFEROS

3.1. Há orações respondidas
- “respostas de Deus”, lembrando sempre que oração respondida não é o mesmo que pedido atendido. Nem sempre Deus realizará o que pedimos. Algumas vezes a resposta será aguarde.
- “não são realizadas”, ás vezes nos dá algo que nem pedimos em oração, mês Ele nos surpreende.
- “nem certas coisas desejadas”, às vezes nem desejamos algo e de repente nos chega a mão, para socorro da nossa família, de nossas igrejas e etc.
- Tudo isso ocorre porque não sabemos pedir como convém Rm 8.26.

3.2. O Pai é glorificado
- “se manifesta em nós”, nós somos o reflexo da Glória de Deus, no mundo pelo brilho do Espírito Santo. As pessoas que se aproximam de nós devem sentir algo diferente.
-“bagagem desnecessária”, é o peso extra que levamos, que ainda trazemos lá do mundo, mas quando temos um real encontro com o Senhor, deixamos o vinhateiro nos podar, então Ele tira esse peso extra e nos livra para caminharmos melhor.

3.3. Somos discípulos do Senhor
- Atualmente podemos dizer que existem muitos crentes que não são discípulos de Jesus, pois estão fora da conexão com Ele, não recebem a seiva logo perdem o ânimo e escandalizam a obra de Deus.

CONCLUSÃO
- “desígnios”, quer dizer plano, projeto e a intenção de Deus para nossas vidas. Compreender esses planos não é fácil, só com muito  esforço.
- “não regressou ainda”, o Senhor é paciente com esse mundo mau, ainda muitas vidas se salvarão pela espera de Deus. Enquanto isso vamos trabalhando para resgatar o máximo de vidas para o Senhor.

Fonte: Marcos André – professor

quinta-feira, 30 de agosto de 2012

LIÇÃO 10 – RENUNCIA: SEGREDO PARA FRUTIFICAR


Jesus Cristo - O mestre da evangelização
LIÇÃO 10 – RENUNCIA: SEGREDO PARA FRUTIFICAR
02 DE SETEMBRO DE 2012

TEXTO ÁUREO
"E qualquer que não levar a sua cruz, e não vier após mim, não pode ser meu discípulo." Lucas 14:27

VERDADE APLICADA
A resignação é o preço para o sucesso do discipulado, sem  este preço não somos discípulos e muito menos multiplicadores.

OBJETIVOS DA LIÇÃO
Apresentar Jesus como o exemplo máximo de resignação;
Demonstrar que os princípios apresentados por Jesus precisam ser postos em prática;
Mostrar o privilégio e a alegria de evangelizar a humanidade.

TEXTOS DE REFERÊNCIA

Jo 12.20 - Ora, havia alguns gregos entre os que tinham subido a adorar no dia da festa.
Jo 12.21- Estes, pois, dirigiram-se a Filipe, que era de Betsaida da Galiléia, e rogaram-lhe, dizendo: Senhor, queríamos ver a Jesus.
2.23 - E Jesus lhes respondeu, dizendo: E chegada a hora em que o Filho do Homem há de ser glorificado.
Jo 12.24 - Na verdade, na verdade vos digo que, se o grão de trigo, caindo na terra, não morrer, fica ele só; mas, se morrer, dá muito fruto.
Jo 12.25 - Quem ama a sua vida perdê-la-á, e quem, neste mundo, aborrece a sua vida, guardá-la-á para a vida eterna.
Jo 12.26 - Se alguém me serve, siga-me; e, onde eu estiver, ali estará também o meu servo. E, se alguém me servir, meu Pai o honrará.
INTRODUÇÃO
O Mestre de Nazaré é nosso exemplo máximo de resignação, que desceu de Sua glória, fazendo-se carne para realizar a obra salvadora profetizada há muitos séculos antes dEle. Todos os princípios por Ele esposados são normativos para um trabalho evangelístico de sucesso hoje. Precisamos conhecê-los e pô-los em prática já.

1. O preço do discipulado:
Morte não é para muitos um assunto agradável para se falar, ler ou escrever. A morte, no entanto, é algo comum, embora nunca nos acostumemos com ela. Na verdade, a morte é um elemento natural e indispensável à natureza. Ao olharmos para ela, na natureza ela não nos incomoda, mas a nós como indivíduo sim por que somos indivíduos que, apesar de sofridos, gostamos de viver. Mas Jesus nos convida a tomarmos a nossa cruz a cada dia, isso tem um sentido profundo que estudaremos a seguir.

1.1. Morte do grão de trigo:
Quando Jesus disse, "se o grão de trigo, caindo na terra, não morrer ... ", ele estava falando profeticamente da sua própria morte que experimentaria, mas está implícito aí da resignação que o Filho de Deus teve a cada dia da sua vida. Jesus abriu mão da sua glória, nasceu numa família pobre, viveu uma vida comum inicialmente, e passou pelas coisas ou sofrimentos que um homem comum sofre. Tamanha foi a sua auto-humilhação! Uma escolha deliberada dele mesmo, altruísta que visava gerar muitíssimos frutos eternos. Como ele fez, ele exige que façamos também, ou seja, que tenhamos um caráter transformado que dê prazer a Deus, e que atraia os homens à comunhão com Cristo.

  •      Todos os passos de Jesus tinham um propósito, em tudo ele ensinava, nas parábolas, nas curas, nos milagres e em todos os seus atos, Ele apontava para a sua morte e ressurreição e consequentemente a salvação do homem;
  •       Jesus veio sabendo do seu destino, sabia do seu fim e ainda assim, por amor ao homem, Ele decidiu ir até o fim;
  •         A maior tristeza da vida de Cristo foi quando sentiu a ausência do Pai pois, desde a eternidade, Jesus jamais tinha se separado de Deus, sempre foram um. Na cruz, Cristo tomou sobre si os nossos pecados e sozinho teve que suportar a morte, angustiou-se ao ponto de clamar “Deus meu, Deus meu, porque me desamparaste?” Foi a única vez que Cristo se separou de Deus...


1.2. Morte, perdas ou esvaziamento:
Pensemos um pouco na espiga de trigo, tão bonita, robusta, dourada e cheia de glória, dançando sob o espectro do vento como ondas douradas. Todos a admiram, e muitos há que ornamentam suas casas com lindas espigas de trigo, tamanha é a sua beleza. O curioso é que no mundo não há cereal mais cultivado do que o trigo. Todavia, é necessária a morte dele para si mesmo como grão, a fim de perpetuar a própria espécie. A morte para si mesmo implica em perdas dessa beleza e glória que representam a vaidade humana. Há, portanto, no trigo um esvaziamento de si mesmo, lembremo-nos da expressão de João, que demonstra isso, "e o verbo se fez carne e habitou entre nós"(Jo 1. 14); e de Paulo, que disse, "antes, a si mesmo se esvaziou, assumindo a forma de servo" (Fp 2.7). Assim como Jesus esvaziou-se de si mesmo, de igual modo, devemos fazer para sermos discípulos autênticos.
  • O cerrado brasileiro possui exemplares de plantas que só brotam após um incêndio, precisam passar pela morte para darem vida...
  • Temos no trigo um exemplo da vida do cristão, para frutificar tem que morrer! É necessário sepultar o homem velho para que o novo dê vida e seja habitado pelo Espírito Santo.


1.3. Com a morte, a nova vida:
Quando cremos em Jesus de todo o nosso coração e entregamos a nossa vida a Ele, espiritualmente morremos e fomos com Ele sepultados para que o domínio do pecado seja desfeito (Rm 6.4). Então nascemos de novo, começamos uma nova vida agora ressuscitado com Cristo. Se morrermos com Cristo, morremos para as coisas dessa vida e ressuscitamos a fim de vivermos para Deus, pensando nas coisas que são do alto onde Cristo está assentado à direita de Deus Pai (Cl 3.1). Note que tal ensino se encontra, não apenas nos escritos de João, mas está fartamente exemplificado nas cartas paulinas. Logo está evidente que para viver para Deus, necessário é que morramos primeiro. Então a nova vida procede desta morte para nós mesmos, morte com Cristo.
  • Ao aceitarmos a Cristo passamos da morte para a vida, não há como servir a Cristo de todo o coração se não formos transformados pelo Espírito;
  • O preço impagável por nós homens, foi pago por Cristo, tudo esta pronto, nada mais precisa ser feito para recebermos tão grande salvação. Há, porém um pedido do Senhor, sede santos!
  • A morte do velho homem significa justamente abandonar as coisas desta vida passageira que nos afastam de Deus e trazer sempre em alta valia o que disse Jesus em Mt 6.33;
  • O homem novo abandona tudo aquilo que o afasta de Deus e esta listado em Gl 5.19-21.


2.  As condições para frutificação:
A genuína vida cristã é para ser expressa de uma única maneira, imitando a Jesus Cristo, sendo como Ele foi e fazendo o que Ele fez. Não se trata de algo sem graça, sem vida e nenhum pouco atraente. Sabemos que as pessoas têm temperamentos e personalidades diversos, o que torna muito interessante como Cristo é manifesto através dos membros pertencentes ao seu corpo. Mas para que estes discípulos tenham condições de frutificarem, ou seja,tornarem-se discípulos multiplicadores é necessário alguns requisitos.

2.1. A Boa semente:
Jesus é o Verbo divino, é a boa semente concedida por Deus para a nossa frutificação, isto significa que sem Ele e a Sua Palavra, frutificar para Deus seria impossível. Temos de nos relacionar com esta Palavra continuamente das seguintes maneiras: lendo, praticando e meditando de dia e de noite nela (Sl 1.2). Apenas aqueles que levam essa prática a efeito, é que conseguirão ter uma vida cristã que agrada a Deus e satisfatória para si mesmo. Quando morremos é que vivemos, e quando vivemos em novidade de vida é que podemos nos reproduzir em outras pessoas através do discipulado (Jo 12.24). Nos tornamos assim como Jesus a expressão viva, capaz de gerar pela graça de Deus vida em outros. Amém.
  •  Você já estragou algum produto ou ele não funcionou corretamente porque você não leu o manual de instruções?
  •    A bíblia é o nosso manual de instruções, escrito pelo próprio Deus;
  •      Não há como andar no caminho de Jesus, obedecer ao Espírito Santo e ser fiel a Deus se não conhecer a palavra dEle;
  •  Você tem um chamado? Crê nisto? Mas a obra não tem frutificado, não esta crescendo? Talvez a resposta esteja no manual de instruções, isto é, na bíblia sagrada que é a palavra viva de Deus.


2.2. Boa terra:
Os nossos corações representam a terra em que a semente, a Palavra de Deus, é depositada (Mt 13.18-23). Para que se torne uma boa terra, se faz necessário trabalhar duro, observemos como trabalha o agricultor para que tenha bom lucro no seu trabalho. Ele a limpa, arranca-os tocos, ara a terra e em seguida a aduba, nos dias de Jesus esse esforço era feito de maneira braçal e com a ajuda do gado, portanto, era um esforço enorme! Conscientes disso pelo Espírito Santo devemos preparar a nossa mente, o nosso coração e vontade para Deus, removendo os pensamentos e quadros mentais impuros através de uma entrega constante deles a Cristo (2Co 10.5). Isso requer uma vigilância constante com aquilo que permitimos nos influenciar, seja pelas conversas que temos, seja pelos programas que assistimos, ou mesmo as más recordações que nutrimos (Pv 10.7).
  • Como esta seu coração para receber a palavra de Deus? Esta arado, adubado com o adubo certo?
  • Na região da palestina, é comum a presença de terras desérticas e solos duros, é preciso rasgar a terra e usar bons adubos para que a semeadura vingue.
  • O que seria este adubo? Tudo aquilo que levamos ao coração e geralmente adubamos o coração com os olhos e com os pensamentos. O que temos visto? O que temos pensado? O que temos desejado? Tudo isto vai para o coração tornando-o fértil ou estéril.


2.3. Uma parceria com Deus:
No que diz respeito a frutificação para Deus devemos entender que primeiro tudo principia em Deus e tem a glória dele mesmo como objetivo fundamental. Não quer dizer que perdemos a capacidade de deliberar parcial ou plenamente, mas frutificar trata-se de um esforço combinado. Paulo diz que devemos ser operosos e que na verdade,é Deus que opera tanto desejar quanto efetuar segundo a sua boa vontade (FI 2.13; Is 14.24). Assim devemos nos empenhar na obra de Deus sabendo que é ele quem realiza todas as coisas a seu tempo, através de nós.
  • Tudo deve ser feito para a glória de Deus, é Ele quem nos chama, nos envia, nos capacita e nos fortalece contra as provas no caminhar;
  • A nossa parte neste negócio é oferecer a boa terra a Deus, isto Deus nos permite pelo livre arbítrio. Se não quisermos dar os nossos corações, Ele não nos força a nada.
  •  Se entregarmos de bom grado a boa terra, o Jardineiro Jesus esta pronto para fazer frutificar em nós a boa semente (Veja o fruto do Espírito em Gl 5.22).


3. Os muitos frutos:
Não preciso ser muito inteligente para entender que numa lavoura nada acontece por acaso. Como vimos acima a frutificação é resultado de um esforço combinado entre Deus que dá a semente, o lavrador (evangelizador) que prepara a terra e a boa semente, etc. Devemos observar que esse processo leva tempo, porém os resultados de uma boa colheita seja para o fazendeiro ou o agricultor celestial concedem um prazer indizível.  

3.1. São resultados de intenso trabalho;
Uma vez que se há terra para plantar, e esse espaço físico de plantio da evangelização pode ser’ determinado estrategicamente de acordo com a dimensão. Lembremo-nos de Paulo, que disse acerca da obra missionária e evangelizadora em Corinto, “eu plantei (o evangelho), Apolo regou, mas Deus deu o crescimento” (lCo 3.6). Embora o trabalho seja penoso tanto do que planta quanto do que rega, a verdade é que Deus dá o crescimento, porém cada um receberá o seu galardão de acordo com o que trabalhou. O trabalho é intenso, silencioso, exige paciência mas teremos galardão apropriado (lCo 3.8,14).
  • Observe que o trabalho é nosso (plantar, regar...) mas o crescimento vem de Deus. Aprendemos novamente que sem Ele nada poderemos fazer;
  • Quando Paulo diz que plantou e Apolo regou, estava deixando claro que cada um tem sua função na semeadura e cuidado da lavoura. Há quem pregue, quem discípula, quem ensine, quem corrige... Mas em todos os casos, quem sustenta é Deus.


3.2. Levam tempo para colher:
O trabalho da lavoura requer paciência a fim de dar frutos viçosos, pois tudo é ao seu tempo. Ao nos lançarmos no trabalho do Senhor, não devemos estar ansiosos por frutos rápidos, e sim por frutos de grande qualidade. Não devemos permitir que as pressões do momento nos afetem a ponto de querermos forçar um amadurecimento, por que isto não funciona. Frutos de elevada qualidade se manifestarão a seu tempo determinado, tempo esse que não podemos adiantar, se o fizermos, será para prejuízo nosso e da obra de Deus. O lavrador espiritual deve ser um homem, que demonstra grande paciência e esperança depois que tem plantado e regado.
  • Você já saboreou uma fruta madurada “a força”? Não fica com sabor insonso, sem graça? Este tipo de fruta é considerado de baixa qualidade...
  • Na proclamação do evangelho, tudo tem seu tempo, inclusive o tempo da frutificação;
  • Na vida eclesiástica este exemplo pode ser aplicado na vida de obreiros que, por serem neófitos, não conseguem ter ministérios duradouros pois não estarem com o fruto maduro o suficiente para a lida (I Tm 3.6).


3.3. Plantemos boas sementes:
Quando plantamos as sementes em boa terra, elas retornam a nós de forma multiplicada. O Senhor Jesus disse, “a cem, a sessenta e a trinta por um” (Mt 13.8), por exemplo, lembremos de André, que trouxe Pedro, lembremos de Felipe, que trouxe Natanael, da mulher samaritana, que trouxe os homens da cidade, de Lázaro, que muitos creram através do seu testemunho espetacular de ressurreição. E por que não dizer também de Pedro, no dia de Pentecostes e do diácono Felipe em Samaria e de Paulo em tantos lugares, etc. Não podemos nos acomodar em não ganhar almas para Cristo. Consideremos mortos e inúteis para Deus se isso estiver acontecendo em nossa vida cristã.
  • Almas gerando almas, ovelhas que geram ovelhas... Há que se pregar, cada vez mais, o amor pelas almas, pelas missões e pelo proclamar do evangelho;
  • Não há como ter cultos onde não se faça o apelo, onde Cristo não seja o centro da mensagem;
  • Infelizmente vivemos dias em que se troca a graça da salvação pela pregação da prosperidade, da morte de Jesus pela vida regalada nesta terra, troca-se a volta de Cristo pela esperança de estabilidade financeira apenas nesta vida...


CONCLUSÃO
  Temos o privilégio grandioso e ímpar de viver o Evangelho e a honra de proclamá-lo sob as mais variadas formas. Tal trabalho é desejável e devemos nos ocupar em fazê-lo, portanto sejamos agricultores ousados, empenhados, estratégicos e pacientes na seara do Senhor. Consideremos que a resignação será o preço a ser pago pelo discipulado e a grande prova de que amamos ao Senhor. Porque sem esse preço não teremos os resultados almejados.

sábado, 25 de agosto de 2012

CAFÉ DA MANHÃ DO DIA DOS PAIS

CAFÉ DA MANHÃ DO DIA DOS PAIS


Dia 12/08, os irmãos que foram a E.B.D participaram de um delicioso café da manhã em homenagem ao dia dos pais.
O café foi servido no refeitório do Templo Sede da Igreja Assembleia de Deus antes do início das atividades da E.B.D.
Após a aula, os pais foram homenageados pelas crianças e receberam uma bela lembrança, uma caneca personalizada.
Parabéns a todos os pais!





Confraternização da E.B.D

Confraternização da E.B.D


Aconteceu no dia 11/08 na casa do Superintendente da Escola Bíblica Dominical a primeira confraternização da E.B.D.

Participaram os professores e colaboradores de todos os departamentos da E.B.D e do culto infantil.

Foi servido um delicioso churrasco que ocorreu após uma produtiva reunião entre os docentes.

Segundo o Dc. Humberto Fontoura, momentos assim são importantes para integrar a equipe, dividir responsabilidades e organizar o trabalho da E.B.D.

Outras ações estão previstas ainda para este semestre.