quinta-feira, 21 de março de 2013

JESUS CRISTO É O MAIOR E ÚNICO DE TODOS - LIÇÃO 12 – 24 DE MARÇO DE 2013


JESUS CRISTO É O MAIOR E ÚNICO DE TODOS - LIÇÃO 12 – 24 DE MARÇO DE 2013

LIÇÃO 12 – 24 de Março de 2013

TEXTO AUREO

“Mas, se eu expulso os demônios pelo Espírito de Deus, é conseguintemente chegado a vós o Reino de Deus”. Mt 12.28

VERDADE APLICADA

Os líderes religiosos tinham medo de que Jesus convencesse a nação com suas ideias, pois sem pegar em qualquer arma Ele causou a maior revolução.

OBJETIVOS DA LIÇÃO

  • Provar que Jesus veio ao mundo e cumpriu a lei;
  • Mostrar que as leis orais, que consistiam na interpretação das Escrituras encobriram o seu espírito de amor e misericórdia;
  • Revelar o perigo que é desprezar o Senhor Jesus.


TEXTOS DE REFERÊNCIA

Mt 12.1 - Naquele tempo, passou Jesus pelas searas, em um sábado; e os seus discípulos, tendo fome, começaram a colher espigas e a comer.
Mt 12.2 - E os fariseus, vendo isso, disseram-lhe: Eis que os teus discípulos fazem o que não é lícito fazer num sábado.
Mt 12.3 - Ele, porém, lhes disse: Não tendes lido o que fez Davi, quando teve fome, ele e os que com ele estavam?
Mt 12.4 - Como entrou na Casa de Deus e comeu os pães da proposição, que não lhe era lícito comer, nem aos que com ele estavam, mas só aos sacerdotes?


INTRODUÇÃO

Após um circuito de pregação itinerante junto dos discípulos e a realização de muitos milagres, Jesus sofreu grande oposição por parte dos escribas e fariseus. E ai se vê obrigado a reagir em defesa de seu trabalho. Os líderes religiosos censuram a inobservância do sábado dos discípulos, pois Jesus os ensinou mais sobre o valor das pessoas do que a observância de dias. Por isso também eles o acusaram de operar exorcismo e curar pelo poder de belzebu. O Mestre então reagiu revelando a sua grandeza, repreendeu-os severamente em sua incredulidade e malícias.

  • Temos o dever de defender nossa fé quando somos atacados, os cristãos que defendem sua fé são chamados de apologistas. Existe uma outra classe chamada de polemistas, são aqueles que atacam para determinar sua crença, creio não ser esta a melhor forma.
  • Jesus nos ensinou a defender nossa fé contra as heresias e maldades humanas;
  • Interessante comentar que Jesus valorizou mais as pessoas do que a observância da lei. Relate que até nos dias de hoje temos servos de Deus que estão mais preocupados em seguir os costumes de sua igreja do que ajudar a um soldado ferido.


1. MAIOR QUE O TEMPLO DE ISRAEL

A tradição oral eram extratos de mandamentos sobrepostos às leis de Moisés, passados de pais para filhos por meio do falar e ouvir, que se tornavam um fardo muito pesado. Era contra essa tradição o grande combate de Jesus, porque muitas dessas leis iam além do necessário, visto que serviam como uma espécie de complemento a Lei de Moisés. Tais leis e costumes tinham mais prestígio que à Lei que se resumia no amor.

  • As tradições orais foram importantes para manter o pensamento judeu e os seus costumes, porém o relato oral incluiu às leis de Moisés um grande número de novas e pesadas regras que deixou um fardo pesado para os seguidores do pentateuco. Ainda hoje é comum pessoas criarem fardos pesados para carregar enquanto Cristo quer que tomemos o Seu fardo que é leve e suave.


1.1. COMO SURGIU A TRADIÇÃO ORAL?

Como toda lei, a Lei mosaica carecia de interpretação para os mais diferentes assuntos, foi daí que surgiu a lei oral, assim como tem os vários tratados que visam explicar, aclarar as leis no mundo moderno. Entretanto, foi daí que surgiram as variadas interpretações e aplicações, eclodindo em muitas distorções, e foi a tal ponto que o “espírito da Lei”, isto é, a essência, que é o amor, foi sufocada. Por outro lado é bom lembrar que Jesus não veio descumprir ou ab-rogar a lei, isso seria contrário a Deus.

  • Como disse anteriormente, a intenção da tradição oral era boa, sobretudo de tentar esclarecer a lei escrita e torna-la acessível a todos os ouvintes independente do grau de instrução.
  • Infelizmente as interpretações fizeram surgir muitas “variantes” da lei tornando-a tão pesada ao ponto de ser dito que a letra (lei) mata, mas o Espírito vivifica (2 Coríntios 3:6).


1.2. O LADO OPRESSIVO DOS RELIGIOSOS

O Senhor Jesus teve como propósito aperfeiçoar certos aspectos legais e trazer um novo ensino: “ouvistes o que foi dito... eu, porém vos digo”, isso Ele repete cinco vezes em Mateus dando uma nova visão moral. Por outro lado, Ele subtraiu certos aspectos que sobrepunham ao “espírito da lei”. Por exemplo, na observância rigorosa do sábado. Certa vez, seus discípulos estavam colhendo espigas e comendo-as, logo Jesus foi censurado, “os teus discípulos fazem o que não é lícito fazer em dia de sábado” (Mt 12.2). Ele mostra que aquela não é a verdadeira aplicação da lei sabática quando se está faminto, e ilustra com o caso de Davi que comeu dos pães da proposição com seus companheiros; em seguida, mostra que, no templo, a mesma lei é quebrada, pois os trabalhos ali não cessam dia nenhum.

  • Um novo ensino: Jesus estava trazendo um novo testamento, mas sem desprezar a lei mosaica. Todos os seus ensinamentos estavam baseados na lei, Ele, porém as interpretava da forma como Deus queria que fossem interpretadas. Observe que os Judeus estavam tão presos em suas tradições que não percebiam que Jesus trazia a eles uma nova e correta interpretação da lei que eles tanto defendiam.
  • “ouvistes o que foi dito... eu, porém vos digo”. Observamos nesta fala de Jesus que Ele estava quebrando as tradições orais, daquilo que foi interpretado de forma errada e inclusive acrescentada a lei como um peso incapaz do homem carregar.
  • Os judeus se preocupavam tanto com o rigor da lei que permitiam uma pessoa morrer de fome se fosse num sábado. Mas a hipocrisia era tanta que não viam seus atos. Os sacerdotes tão zelosos pela lei, trabalhavam no templo todos os dias inclusive no sábado.


1.3. O RESGATE DO VALOR DO HOMEM

Toda boa lei não tem um fim em si mesma, mas é voltada para o bem estar do homem e jamais para oprimi-lo. O Senhor mostra que o mais importante que sacrifícios diários no templo é a importância que se deve dar ao homem, Ele aspira a misericórdia e não holocaustos no templo. Ali Jesus demostrou sua identidade messiânica publicamente, quando disse ser maior que o templo e o Senhor do sábado. Apesar das acusações, aqueles líderes não estavam preocupados com assuntos legislativos, eram hipócritas e o Senhor provou isso quando curou o homem das mãos mirradas, depois na sinagoga deles (Mt 12.9-14).

  • A lei foi feita para garantir os direitos dos homens e não para condená-lo, infelizmente a visão dos religiosos da época não era esta, antes usavam a lei para matar e oprimir seus compatriotas;
  • Quando se diz que Deus prioriza mais a misericórdia do que os holocaustos, Jesus esta dizendo que as ofertas, as orações, jejuns e trabalho na obra são extremamente importantes, quando o seu fim é o amor ao próximo (misericórdia), caso contrário não há valor nenhum nestas obras. Quantos homens dão grandes ofertas para aparecer, ou só pregam para ganhar dinheiro ou ainda fazem uma obra por orgulho próprio, não há recompensa nisto, muito menos galardão.




2. MAIOR QUE O PROFETA JONAS

 

Após o episódio da seara e da cura do homem das mãos mirradas, o Senhor Jesus prosseguiu com seus sinais, isto é, expulsando demônios e curando enfermos apenas com a autoridade de sua Palavra. A liderança procurava trazer descrédito as operações de Jesus junto a seu público. Os milagres eram tão extraordinários que não o acusavam de charlatanismo, e sim de operar através do poder de Belzebu, não satisfeitos ainda lhe pedem um sinal (Mt 12.38,39).

 

2.1. O PORQUÊ DO PEDIDO DE UM SINAL?

 

Os fariseus conheciam exorcistas judeus que, através de encantamentos, expulsavam demônios e curavam enfermos. Não demorou muito para que pedissem um sinal diferente. Não faziam isso porque queriam crer, mas, porque, astutamente, desconfiavam que Jesus não lhes daria tal coisa. Esses líderes achavam que poderiam se apoiar na própria Lei e assim tentar colocar Jesus em descrédito, mostrando que poderia ser a provação de Deus que Moisés falou e assim não seguir a tal profeta milagroso (Dt 13.1-3). Porém o Senhor Jesus lhes disse que não daria nenhum sinal e para a surpresa deles prometeu que o único sinal que daria era o do profeta Jonas.

 

  • Quando vejo este pedido dos judeus de um grande sinal, lembro-me do versículo que diz “Não tentarás o Senhor teu Deus” (Mt 4.7).
  • O mesmo pedido foi feito na cruz onde o instigaram para que orassem a Deus para que Ele enviasse anjos para livrá-lo da humilhação da cruz. Da mesma forma na tentação no deserto. A Bíblia toda nos mostra que Deus não precisa provar ser Deus. Em nenhum momento vemos a Bíblia tentando provar que Jesus é Deus ou tentando convencer os seus leitores da Sua divindade. A Bíblia simplesmente afirma Ele é o Rei dos reis e Senhor dos senhores;
  • Quanto ao profeta Jonas, vemos em Mt 12.40 Jesus dizendo “Pois, como Jonas esteve três dias e três noites no ventre da baleia, assim estará o Filho do homem três dias e três noites no seio da terra.” Da mesma forma que Jonas ressurgiu da “morte” no ventre da Baleia (Quem em sã consciência imaginaria que Jonas pudesse sair com vida depois de ter sido “comido” por um grande peixe), Jesus também ressurgiria depois de 3 dias no frio sepulcro.

 

2.2. A MALÍCIA DOS ADVERSÁRIOS

 

Diante de tantas maravilhas que eles estavam vendo, ainda assim pediam um sinal maravilhoso: quem sabe o sol parar, ou o tempo retornar como nos dias de Acabe, ou um anjo descer do céu: ou ainda, a própria voz de Deus bradar do céu, pudesse satisfazê-los. Mas Jesus sabia que, de verdade, tal sinal não mudaria quem de fato eram, e os denunciou como “uma geração má e adúltera” (Mt 12.39). Quando Ele se referiu ao profeta Jonas no ventre do grande peixe (Mt 12.40) estabelecendo um paralelo entre ele e Sua morte, é que ao ressuscitar estaria vencendo a morte, e eles jamais o veriam.

 

  • Jesus conhecia o coração daqueles homens e por mais que um milagre acontecesse, eles continuariam presos aos seus costumes e tradições. Eles não estavam dispostos a mudar o coração ainda que o próprio Deus bradasse em alta voz.
  • É triste pensar que ainda hoje temos crentes que não mudam o seu pensamento, nem sua maneira de agir ainda que estejam contra o determinado por Deus, são pessoas presas a velhos costumes e que não aceitam uma nova forma de pensar, antes agem como ditadores que defendem regimes falidos.
  • Observe que o comentador disse que “eles (os judeus religiosos da época) jamais o veriam”. Isto significou que, depois da sua ressurreição, Jesus se mostrou aos pequeninos, homens simples que creram nEle. Para os demais Ele só aparecerá como juiz naquele grande dia.
 

2.3. O VALOR DO ARREPENDIMENTO

Os ninivitas tinham na antiguidade uma fama de cruéis e perversos, além do que eram totalmente pagãos. Mas mediante a pregação de Jonas, arrependeram-se profundamente dos seus pecados e receberam o perdão de Deus (Mt 12.41). Jonas era um sinal vivo entre eles e não operou nenhum sinal, e Jesus operando tantos sinais estava acentuando o estado de condenação da geração de seus dias. Seria no dia do juízo uma situação embaraçosa, pois aqueles para quem eram primeiramente as promessas de Deus, estariam numa situação de completa desvantagem por causa das maldades e adultérios resultante de sua incredulidade.


  • Os soldados de Nínive eram conhecidos pelas suas maldades. Durante os combates, saqueavam as cidades e orgulhavam-se de colecionar cabeças dos perdedores. Por sua sensualidade excessiva e sua maldade, Jonas relutou em pregar o arrependimento a esta povo, antes desejava que a cidade fosse destruída;
  • Jonas, porém, ao pregar a mensagem de arrependimento, não precisou usar nenhum sinal ou fazer milagres e toda a cidade se arrependeu ao ponto de até os animais fazerem jejum. Jesus por Sua vez operou grandes milagres e maravilhas e ainda assim a maioria do Seu povo não creu em Sua mensagem, na verdade, os de Nínive um dia julgarão a Israel, como esta relatado em Mt 12.41 “Os ninivitas ressurgirão no juízo com esta geração, e a condenarão, porque se arrependeram com a pregação de Jonas. E eis que está aqui quem é mais do que Jonas.”

 3. MAIOR QUE O REI SALOMÃO

Os sacerdotes dos dias de Jesus tinham muito medo de perder a sua influência e posição, mas não tinham medo de excluírem-se do reino de Deus, se é que algum dia chegaram a pertencer.

3.1. O PORQUÊ DA RAINHA DO SUL PROCURAR A SALOMÃO? (MT 12.42)
 

O Senhor Jesus prossegue em sua reprimenda, depois de falar de Jonas, como um pregador bem sucedido, a um povo que se arrependeu; e ilustra, em seguida, com o exemplo da rainha do sul (de Sabá), chamada Maqueda. Ela veio de terras longínquas para ouvir a sabedoria de Salomão, e, segundo a tradição judaica, também se converteu à fé. Os judeus acreditavam que o Messias, quando chegasse, teria sabedoria maior que a de Salomão, e ali estava diante deles quem era maior que Salomão. O Mestre era a sabedoria personificada, mas eles desrespeitavam essa sabedoria e a própria pessoa dele. Cuidemos de nós mesmos para que não incorramos na política contra o Reino de Jesus, a sua sabedoria e pessoa, que tenhamos temor, pois a natureza humana é traiçoeira e Satanás tem o poder de nos mostrar mais santos do que realmente somos.

  • Sabá era um reino distante para a época, localizado na região onde hoje esta a Etiópia. Foram dias de viagem e uma grande comitiva com presentes e muitos tesouros para o Rei Salomão, tudo para ouvir da sua sabedoria e aprender com o rei.
  • Interessante que a rainha da Sabá procurou conhecer o rei e se esforçou para isto. A tradição diz que ela se converteu ao Deus de Israel. Mais do que querer conhecer, ela foi transformada pela palavra que ouviu.
  • Hoje o evangelho é algo que esta na “moda” e tem atraído os olhares de muita gente e também empresas que são simpatizantes dos evangélicos mas não querem ser transformados pela palavra de Deus. Vivemos tempos em que, muito em breve, teremos os evangélicos não praticantes.
  • Devemos cuidar para que nossos desejos e filosofias não nos afastem de Deus. Temos a infeliz tendência de confiarmos em nós mesmos quando tudo esta bem, isto é um perigo!

 

3.2. O PERIGO DA BLASFÊMIA CONTRA O ESPÍRITO SANTO

A prática de exorcismo do Senhor Jesus era simples, basicamente o poder da sua palavra bastava para expulsar os demônios e as pessoas serem curadas (Mt 8.31; Mc 1.34,39). Enquanto que os exorcistas judeus se utilizavam de raízes mágicas e certas coisas muito parecidas com as práticas espíritas, coisas que o historiador Flávio Josefo escreveu a respeito, em Antiguidades Judaicas, Livro 8, cap. 2o: parág. 324. Após Jesus falar sobre os sinais terminando o assunto com a rainha do sul, toca novamente na questão da operação de Satanás, por meio de quem eles acusaram Jesus de operar, mas Ele com autoridade os advertiu anteriormente, que quem blasfemasse contra o Espírito Santo - pois Jesus agia no poder do Espírito - tal pecado é tão grave que jamais será perdoado ao que o cometer (Mt 12.31-32).

  • Veja o que diz Flávio Josefo: “Vi um judeu, chamado Eleazar, livrar diversos possessos, na presença do imperador Vespasiano, de seus filhos e de vários oficiais e soldados. Ele prendia ao nariz do possesso um anel no qual estava fincada uma raiz... Logo que o demônio a cheirava, arremessava o doente por terra e o abandonava. Para fazer ver ainda melhor o efeito das conjurações, enchia uma tinha de água e ordenava ao demônio que a lançasse por terra, como sinal de que havia abandonado o possesso, e o demônio obedecia.”
  • Interessante que Jesus como autor de uma nova aliança mostra que apenas pelo poder da palavra os demônios eram expulsos, porém temos hoje tantas igrejas que inventam coisas mirabolantes, semelhantes a coisas do passado como rosa ungida, sal grosso, vestir branco... Fuja disto!
  • Sempre me perguntam o que é blasfêmia contra o Espírito Santo. Uma forma simples de explicar seria o de uma pessoa que conhece a Deus e sabe da atuação do Espírito Santo e atribui esta atuação ao diabo. Isto é, eu sei que a obra de um pastor por exemplo vem da atuação do Espírito Santo, mas por vários motivos eu prego contra e ainda afirmo que aquelas obras são do diabo.

3.3. O PERIGO DA CASA VAZIA (MT 12.43-45).


Jesus fala do espírito imundo que foi expulso da casa. Tal acertiva sobre a possessão demoníaca duma casa era familiar aos judeus, pois eles haviam aprendido na Lei que uma casa pode ficar enferma e até possessa, tal residência deveria ter acompanhamento sacerdotal até a sua cura ou eliminação (Lv 14 RA). Quando um espírito é expulso da casa anda por lugares áridos e promete voltar, e traz reforço consigo, quer dizer, mais sete espíritos imundos para tomá-la de volta, se a acharem vazia os demônios passam a habitar ali, depois o estado do dono da casa se torna pior que antes, porque são espíritos opressores (Mt 12.45). Mas por que a casa ficaria vazia? Jesus havia derrotado Satanás no deserto (Mt 4.1-11), Ele era a visitação de Deus para a casa de Israel, porém não o aceitaram, antes o mataram. Por esse motivo, aquele principado retornaria e tornaria o estado daquela geração pior que a anterior, por causa de sua rejeição.

  • Mediante o que foi dito, digo que a situação de um desviado é muito pior do que a de um perdido. Em muitos casos é melhor nunca ter aceitado a Jesus do que ter se desviado. O desviado experimentou da salvação e abandonou a fé, desta forma o ódio do inimigo é ainda maior contra a vida dele.
  • Igualmente, é o fato de pessoas pedirem oração, serem libertas e não firmarem compromisso com Jesus e Sua tão grande salvação. Em breve sua situação será pior do que antes.
 
CONCLUSÃO

Aqui está quem é maior, a sabedoria e o poder de Deus, Cristo Jesus. Escândalo para uns e loucura para outros. Nem a perseguição ou a morte o derrotaram, tudo isso passou, mas venceu por ser maior. Cabe a nós analisar o nosso coração para que jamais seja infiel e do Diabo se afastar, pois o verdugo espiritual aí está pronto para trazer seu reforço e tomar a nossa vida um tormento e, no final, a perdição. Sejamos corajosos e combatentes até, por fim, virmos a descansar em Cristo.